MPRJ recomenda uso correto de câmeras corporais após mortes em operações no Rio
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MPRJ recomenda uso correto de câmeras corporais após mortes em operações no Rio

Medida do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública cita irregularidades na Operação Contenção, que matou 122 pessoas, e a morte da médica Andrea Marins, cujos agentes estavam com equipamentos sem bateria


Rovena Rosa/Agência Brasil
Rovena Rosa/Agência Brasil

A recomendação, assinada pelo procurador-geral de Justiça Antonio José Campo Moreira, é resultado das investigações do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP/MPRJ) sobre a Operação Contenção, realizada em outubro de 2025 nos complexos da Penha e do Alemão, que resultou na morte de 122 pessoas. O documento também foi encaminhado ao STF no âmbito da ADPF 635, que trata do controle da atividade policial no estado.


Entre as irregularidades apontadas estão a ausência do uso das câmeras por alguns policiais, equipes inteiras sem equipamentos funcionando ou com bateria descarregada, início de operações com agentes desequipados e falta de planejamento para distribuição adequada dos dispositivos.


A recomendação ganha ainda mais relevância após a morte da médica Andrea Marins Dias, no último domingo (15), em Cascadura, na zona norte do Rio. Os três policiais militares envolvidos na ocorrência estavam com as câmeras corporais sem bateria e impossibilitados de gravar.


Para a Polícia Civil, o MPRJ reforça a necessidade de uso das COPs em atividades ostensivas, operações, controle de distúrbios civis, reintegrações de posse e cumprimento de mandados judiciais.


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