Pastor diz que membros da escola que homenageou Lula terão 'câncer na garganta'
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Pastor diz que membros da escola que homenageou Lula terão 'câncer na garganta'

Religioso afirmou que membros da escola que homenageou Lula sofreriam a doença, gerando polêmica nas redes e reação de setores evangélicos


O pastor Elias Cardoso. Foto: reprodução
O pastor Elias Cardoso. Foto: reprodução

Um pastor evangélico identificado como Elias Cardoso, líder da Assembleia de Deus Ministério de Perus, fez declarações polêmicas em um culto após o desfile da Acadêmicos de Niterói que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Marquês de Sapucaí.


Durante o culto, transmitido em vídeo nas redes sociais, ele afirmou que não responderia judicialmente, mas **“orar” para que aqueles que participaram da homenagem enfrentem um “câncer na garganta”.


Em sua fala, o pastor criticou simbolismos usados no desfile, afirmando que a escola teria imitado elementos de culto religioso e comparado essas representações ao “diabo” ou “satanás”. Ele disse que “não vamos responder à provocação”, mas que a suposta doença serviria para que os envolvidos “lembrem com quem mexeram”.


O comentário veio na sequência de uma representação feita pela Acadêmicos de Niterói, que incluiu uma ala intitulada “neoconservadores em conserva”, na qual foliões aparecem com fantasias que fazem referência, entre outros grupos, a setores religiosos evangélicos de perfil conservador — parte de uma crítica cultural incluída no enredo da escola.


A manifestação do pastor gerou repercussão nas redes sociais e entre parlamentares ligados ao segmento evangélico. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) declarou que a representação no desfile foi um “escárnio que expõe a fé cristã” e pediu posicionamento da Frente Parlamentar Evangélica, enquanto outros líderes criticaram a forma como a religião foi retratada.



Em resposta à polêmica, senadores e deputados solicitaram à Procuradoria-Geral da República investigação por suposta discriminação religiosa no contexto do desfile, alegando que a representação teria exposto fiéis a constrangimento coletivo.


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