No pôquer do império, o vencedor já é conhecido
- Jornal Daki
- há 24 minutos
- 2 min de leitura
Por Helcio Albano

Quis a História que o imperador da vez dos esteites fosse um jogador inveterado de pôquer. E apostasse tudo no seu tino pra impor os interesses do império ao mundo. E entrou com as cartas que têm na mão. As da maior economia do mundo pra ganhar a "mesa".
Durante um tempo joguei pôquer na faculdade. Era conhecido como "el diablo" porque sempre levava tudo. Sorte. Pena que as apostas eram inocentes balas juquinhas.
Quem conhece o jogo, sabe que o que vence é a dissimulação. Sobretudo quando se tem uma mão ruim. Trejeitos, aquela baforada profunda no cigarro que emula preocupação com a derrota iminente. O olhar fixo ou vazio nos olhos dos oponentes. E, blefe! Com um offsuit.
É um jogo que premia a ousadia dos espertos, quando têm sorte. E pune, sem dó, os estúpidos.
Tudo é levado em conta. É psicologia da fragilidade x autoconfiança. Tudo pode ser mentira ou verdade. Isso tudo quando o "dealer" não tá combinado.
O que não é o caso do Trump, que no seu "cassino" sempre terá um dealer pra chamar de seu. E, nas mãos, um Royal Straight Flush, que é o seu poderio militar, principalmente. Então pode roubar à vontade na caradura.
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Trump voltou ao jogo (reeleito) com as melhores cartas na mão pra chantagear. O tarifaço não foi blefe, mas muito bem pensado por quem comanda o cassino e o pós jogo (negociações) com os perdedores.
No jantar forçado de "consolação", o prato principal é a cabeça de algum inimigo (dos EUA) na bandeja. O banquete dos vitoriosos pros derrotados.
A submissão dos derrotados é o seu prêmio. Caso contrário, bomba.
Hoje Maduro e esposa foram sequestrados. Ela, arrancada do quarto pelos cabelos.
Nesse jogo americano não se vence.
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Helcio Albano é jornalista e editor-chefe do Jornal Daki.


















































