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Tenente da PM vai a júri popular por morte de jovem empresário em São Gonçalo

Justiça entende haver indícios de homicídio doloso; família contesta versão de confronto apresentada por policiais


Rhuan Rodrigues Pereira/Foto: reprodução
Rhuan Rodrigues Pereira/Foto: reprodução

A Justiça do Rio de Janeiro decidiu levar a júri popular um tenente da Polícia Militar acusado de matar o empresário Rhuan Rodrigues Pereira, de 20 anos, durante uma ação em São Gonçalo. O encaminhamento indica que há indícios de homicídio doloso, quando existe intenção de matar, e que o caso deve ser analisado por um conselho de cidadãos.


O episódio ocorreu durante uma abordagem policial. Segundo os agentes, o carro em que o jovem estava teria desobedecido a uma ordem de parada, e os disparos teriam acontecido após uma suposta reação. A família, no entanto, contesta essa versão e afirma que o empresário não tinha qualquer envolvimento com atividades criminosas.


Relatos de parentes apontam que o jovem havia saído de um evento familiar e dirigia pela região quando acessou uma via de forma irregular. Nesse momento, policiais teriam atirado antes de uma abordagem clara. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.


A decisão de levá-lo a júri popular ocorre quando a Justiça entende que há elementos suficientes para que a sociedade, por meio de jurados, avalie o caso. O episódio gerou forte repercussão e mobilização dos familiares, que cobram responsabilização e questionam a conduta dos policiais envolvidos.


O julgamento deve aprofundar as divergências entre as versões e esclarecer as circunstâncias da morte.


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