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Bolsonaristas se decepcionam com ato de domingo: 'data infeliz'

A manifestação realizada em Copacabana atraiu 32,7 mil pessoas, representando apenas 18% do público presente no evento de São Paulo em fevereiro

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante ato no Rio. Foto: reprodução
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante ato no Rio. Foto: reprodução


DCM - Aliados próximos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não ficaram nada contentes com a baixa presença de apoiadores no evento convocado pelo ex-capitão no último domingo (21) no Rio de Janeiro. Organizadores afirmaram que a escolha da data foi considerada infeliz, pois coincidiu com um feriado local, conforme informações da colunista Bela Megale, do Globo.


A manifestação realizada em Copacabana atraiu 32,7 mil pessoas, representando apenas 18% do público presente no evento de São Paulo em fevereiro e metade do número registrado no 7 de Setembro de 2022, conforme calculado pelo grupo de pesquisa “Monitor do debate político” da USP.


O horário do evento, às 10h, foi alvo de críticas devido ao calor, com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, observando a dificuldade de realizar um ato em tal momento “com uma praia dessa”. 


Embora houvesse preocupação com a baixa participação, discutida em reuniões prévias com Bolsonaro, o ex-chefe do Executivo permaneceu confiante em sua capacidade de mobilizar multidões.


Vale destacar que Bolsonaro realizou sua segunda manifestação desde que deixou o Palácio do Planalto no último domingo. Durante o evento, houve um aumento nas críticas ao ministro Alexandre de Moraes e ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).


O ex-mandatário não mencionou diretamente Moraes ou Pacheco em seu discurso. Em vez disso, optou por destacar Elon Musk, proprietário do X (ex-Twitter), defender a anistia aos condenados pelo 8 de janeiro e reafirmar que um eventual decreto de estado de sítio após a derrota nas eleições de 2022 não seria um ato golpista.


Além disso, o ex-presidente argumentou ainda que as minutas encontradas pelos investigadores não seriam prova de sua recusa em aceitar os resultados eleitorais.


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