CPI do INSS pede prisão preventiva de Lulinha em relatório final
- Jornal Daki

- há 21 horas
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Comissão conclui trabalhos com mais de 5 mil páginas e solicita indiciamento de 220 pessoas; empresário é acusado de integrar organização criminosa e receber vantagens indevidas

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS pediu a prisão preventiva do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. O relatório final, apresentado nesta sexta-feira (27) pelo deputado Alfredo Gaspar (União-AL), tem mais de 5 mil páginas e solicita o indiciamento de 220 pessoas.
O documento acusa Lulinha de integrar “organização criminosa investigada” e ser “beneficiário de vantagens indevidas”, entre as quais viagens custeadas por Roberta Luchsinger com recursos repassados por Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como líder da organização. O relatório também cita que a viagem de Lulinha à Espanha ocorreu “no momento preciso da deflagração da operação ostensiva”, o que, segundo os parlamentares, indica risco de evasão e fundamenta o pedido de prisão preventiva.
A comissão solicita que o Senado represente às autoridades judiciais pela decretação da prisão. O texto menciona a Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, deflagrada em abril de 2025, e afirma que a saída do país “compromete a incidência da lei penal”.
Os trabalhos da CPMI chegam ao fim após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), tomada na quinta-feira (26), que anulou a prorrogação da comissão por mais 120 dias. A maioria dos ministros entendeu que cabe ao Congresso decidir sobre a extensão do funcionamento. A CPMI será encerrada neste sábado (28), conforme o calendário previsto.
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