Crimes na orla do Rio seguem em alta; veja onde
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Crimes na orla do Rio seguem em alta; veja onde


Polícia Civil recuperou celulares roubados e furtados em operação no Rio | Crédito: Divulgação
Polícia Civil recuperou celulares roubados e furtados em operação no Rio | Crédito: Divulgação

Casos de roubos e furtos aumentam significativamente durante o verão na orla do Rio de Janeiro, impulsionados pelas altas temperaturas e pela maior concentração de pessoas, especialmente na Zona Sul. As informações são do site Agenda do Poder.


Mesmo com reforço policial no período, os crimes seguem em alta nas praias de Copacabana, Ipanema e Leblon.


Dados oficiais mostram que as ocorrências mais que dobram na alta temporada em comparação com os meses de menor fluxo. Entre dezembro de 2024 e março de 2025, a média mensal foi de 1.071 registros, enquanto em novembro de 2024 e abril de 2025 os números ficaram em torno de 480 casos. O contraste evidencia o caráter sazonal desse tipo de criminalidade.


Os crimes mais comuns são roubos e furtos, com destaque absoluto para celulares, principal alvo dos criminosos. Em fevereiro de 2025, por exemplo, foram registrados 740 furtos de celulares apenas na Zona Sul, o que representou quase um quarto do total desse tipo de ocorrência na cidade. Na baixa temporada, o número não chegou a 200 casos mensais.


Especialistas apontam que o grande fluxo de banhistas e turistas favorece os chamados crimes de oportunidade. Em momentos de lazer, as pessoas tendem a relaxar a atenção, tornando-se alvos mais fáceis. Mulheres e idosos costumam ser os mais visados.


Além de ações oportunistas, há também crimes organizados, como quadrilhas especializadas que utilizam motos para abordagens rápidas ou técnicas para dificultar o rastreamento dos aparelhos roubados. Em grandes eventos, como o Réveillon, a distração coletiva amplia ainda mais os riscos.


Diante desse cenário, turistas relatam a adoção de estratégias preventivas, como andar em grupo, manter bolsas à frente do corpo e evitar o uso ostensivo do celular, numa tentativa de reduzir a vulnerabilidade em meio à multidão.


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