Dimas usa 'marcha' do Nikolas para 'andar pra trás' e lembrar dos crimes do Bolsonaro
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Dimas usa 'marcha' do Nikolas para 'andar pra trás' e lembrar dos crimes do Bolsonaro

Deputado postou vídeo para resgatar acontecimentos do passado recente do ex-presidente


Dimas Gadelha/Foto: reprodução Instagram
Dimas Gadelha/Foto: reprodução Instagram

O deputado federal Dimas Gadelha (PT-RJ) reagiu à chamada “caminhada pela liberdade” promovida por Nikolas Ferreira (PL-MG) — apelidado nas redes de “chupetinha” — entre Minas Gerais e Brasília em defesa de Jair Bolsonaro.


Ativo nas redes sociais, Dimas respondeu aproveitando o mesmo gesto simbólico, mas com uma inversão da narrativa do parlamentar mineiro: percorreu a estrada caminhando de costas.


O ato teve um objetivo claro: recolocar em cena o passado recente e denunciar os retrocessos associados ao governo Bolsonaro, sobretudo durante a pandemia da Covid-19.


“Estou caminhando para trás para lembrar das 700 mil mortes por Covid aqui no Brasil, causadas pela negação da ciência e da vacina”, afirmou o deputado no vídeo.


Ao longo da gravação, ele também menciona outros episódios marcantes do período, como a chamada “fila do osso” e a crise de falta de oxigênio em Manaus, amplamente atribuída à má gestão e à omissão do governo federal à época. E também não faltou a lembrança das fraudes no INSS, que tiveram sua origem no governo Bolsonaro, e que só agora estão sendo desbaratadas.


Veja o vídeo:


A resposta ocorre num momento em que Nikolas Ferreira é alvo de pedidos de investigação e críticas públicas, inclusive por campanhas de desinformação — como as relacionadas à suposta taxação do Pix.


Ainda assim, o deputado mineiro decidiu liderar uma mobilização simbólica em defesa de Bolsonaro, em meio a novos constrangimentos políticos e financeiros que atingem o entorno bolsonarista, incluindo o caso do banco Master, que envolve figuras próximas à Lagoinha Church, como o pastor André Valadão.


O gesto também coincide com cobranças públicas do próprio clã Bolsonaro pela postura discreta de Nikolas em defesa do ex-presidente, investigado por seu papel na tentativa de ruptura institucional após as eleições de 2022.


Em julho do ano passado, Eduardo Bolsonaro, atualmente fora do país e com mandato cassado, chegou a chamá-lo publicamente de “pessoa abjeta”.


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