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Empresa de internet é proibida de atuar no Porto Novo e encerra atividades no bairro

Em janeiro, Maluga Infor sofreu atentado em frente a sua sede, no Porto Velho


Por Cláudio Figueiras

Sede da Maluga/Foto: Google Maps
Sede da Maluga/Foto: Google Maps

A empresa provedora de internet, Maluga Infor, foi proibida por indíviduos não identificados de atuar no Porto Novo. A informação foi confirmada pelo Daki com funcionários e usuários dos serviços da empresa, que amanheceram hoje sem o sinal da internet no bairro, um dos mais urbanizados e antigos de São Gonçalo.


Segundo relatos, cabos de fibra ótica que distribuem o sinal da internet pelo bairro foram cortados na rua Maria Rita, na altura do nº 568, antigo Cejop, na madrugada desta sexta (11).


Por questões de segurança de seus funcionários, a Maluga decidiu encerrar suas atividades no Porto Novo, interrompendo os serviços nas ruas Maria Rita, Maria Quitéria, José Saly, Olegário Mariano, Capitão João Manoel e adjacências.



A empresa está entrando em contato com os clientes para fazer o cancelamento do contrato e da cobrança dos serviços.


Em janeiro deste ano, a Maluga Infor, fundada no Porto Velho com atuação há 15 anos no município, sofreu um atentado em frente à sua sede.


Na ocasião, o carro da empresa foi incendiado após os proprietários sofrerem ameaças de extorsão de um grupo supostamente miliciano que atua na região praticando os mesmos delitos contra comerciantes.


O atentado foi registrado na 73ª DP de Neves, que investiga o caso.


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