Montibelo diz que Liesa faz 'sacanagem' com o grupo de Acesso
- Jornal Daki
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Presidente disse que as escolas da Série Ouro enfrentam restrições para captar patrocínios na avenida

O presidente de honra da escola de samba Unidos do Porto da Pedra, Fábio Montibelo, voltou a criticar duramente a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) e o atual modelo de organização dos desfiles no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. Segundo Montibelo, as regras aplicadas às agremiações da Série Ouro — anteriormente chamada Grupo de Acesso — são injustas e desfavoráveis em comparação às práticas do Grupo Especial.
Antes de um ensaio técnico, ele qualificou como “sacanagem” as condições impostas às escolas acessantes em relação ao uso do espaço e à exploração comercial durante o Carnaval, destacando que os desfiles acontecem em um espaço público que deveria servir a todos de forma equitativa.
Montibelo disse que as escolas da Série Ouro enfrentam restrições para captar patrocínios na avenida, enquanto camarotes ligados à Riotur, ao governo e à própria Liesa operam sem limitações. Ele afirmou que a Liga RJ pretende levar as queixas ao Ministério Público e à Justiça para contestar o modelo atual de gestão, que, segundo ele, privilegia as agremiações do Grupo Especial.
A insatisfação das escolas da Série Ouro vem sendo manifestada há anos e inclui críticas ao sistema de credenciamento, que teria excluído sambistas, dirigentes e trabalhadores tradicionais em favor de pessoas sem vínculo institucional, como influenciadores digitais, além de limitações na entrada com alimentos e bebidas e na exploração comercial de marcas e camarotes sem retorno financeiro para as próprias escolas.
O dirigente também já havia se envolvido em polêmicas no Carnaval anterior, reclamando da falta de infraestrutura e de repasses, além de relatar pressões de grupos contraventores, o que reforça a tensão entre algumas agremiações do Acesso e a administração do desfile principal.
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