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Tiroteio durou 1 hora, diz sobrevivente de ataque ao Catiri

Crime ocorreu em Bangu

Aléx Matos Adriano foi uma das vítimas/Foto: Reprodução
Aléx Matos Adriano foi uma das vítimas/Foto: Reprodução


Uma das vítimas baleadas durante a invasão de criminosos a uma festa na comunidade do Catiri, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, na madrugada desta segunda-feira (19), contou que a troca de tiros durou mais de uma hora e que havia muitas crianças no sítio tomado por traficantes. As informações são do g1.


A mulher contou que estava próxima dos dois DJs que morreram e do cantor de um grupo de pagode que também foi atingido. Ela acabou baleada na perna esquerda e levou tiros de raspão na perna direita e nas costas.


“Era um ambiente familiar, estávamos entre amigos e você não imagina que vai curtir um pagode e acabar dessa forma”, afirmou.


De acordo com a polícia, as vítimas estavam em uma festa dentro de um sítio na comunidade quando criminosos da Vila Kennedy invadiram o local. Segundo os agentes, os bandidos, que seriam do Comando Vermelho, tentaram invadir a Vila Aliança e o Catiri, comunidades dominadas por criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP).


O ataque, ainda segundo a polícia, foi oredenado por Edgar Alves de Andrade, conhecido como Urso, apontado como um dos chefes do Comando Vermelho.


DJ morreu no aniversário da mãe

Os DJs que foram mortos foram identificados como Aléx Matos Adriano, de 28 anos, e Lorran Oliveira dos Santos, de 34. Eles chegaram a ser levados para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, também na Zona Oeste do Rio, mas não resistiram aos ferimentos.


A família de Aléx esteve na unidade de saúde. Ele morreu no dia do aniversário da mãe.

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