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Sanha privatista dos anos 90 está agora em outro patamar

Por Helcio Albano

O Brasil agradece a treta de Luana/Foto: Reprodução
O Brasil agradece a treta de Luana/Foto: Reprodução

Foi nos anos 90 que a sanha privatista veio com tudo com os ventos ingleses e estadunidenses nas figuras do ator de filmes B de Hollywwod, Ronaldo Reagan, e da jararaca Margareth Thatcher. A ordem era vender, vender e vender tudo que fosse patrimônio público em países periféricos construído a duras penas pra "eficiente" iniciativa privada.


Na bacia das almas empresas foram entregues a fundos de capital abutres, como as de energia, transportes e de saneamento, tanto em nível nacional e estadual. A última delas, a Cedae, adquirida em leilão pelo grupo BTG do Paulo Guedes e transformada em Águas do Rio, o terror das velhinhas indefesas achacadas por funcionários que mais parecem capangas da milícia.


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Tudo o que foi privatizado virou bosta. E quem tem 40 ou mais sabe do que tô falando. Mas por que diabos se privatizou então?


A propaganda ideológica massiva transvestida de discurso da modernidade pegou fundo nos brasileiros. Assim como os gringos donos da bufunfa botaram muito político no bolso. Os mais notórios deles os que orbitavam o tucanistão nos reinos FHC 1 e 2. Marcelo Alencar e os filhos tocaram o foda-se com o Banerj, a Cerj e as Barcas, fazendo com que o leilão da Cedae parecesse brincadeira de criança. Fazia-se o clássico sucatear tudo pro serviço ficar ruim pra depois criar-se o pretexto de entregá-lo.


Sendo empresas constituídas, entende-se. Mas a canalhada perdeu o que tinha de vergonha e até privatização de praias estão propondo. Do Sensacionalista, mas faz todo sentido nesse mundo distópico:


"Privatização vai tornar praias baratas e acessíveis, diz associação de resorts..."


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Helcio Albano é jornalista e editor-chefe do Jornal Daki.

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