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Fake news e o trabalho sujo no esgoto do Whatsapp - por Helcio Albano


As loiras que emergem dos esgotos do whatsapp/Foto: Reprodução:
As loiras que emergem dos esgotos do whatsapp/Foto: Reprodução:

Hoje (1/8) peguei o celular para me atualizar com as notícias e mensagens do WhatsApp. Num dos grupos que participo, logo me deparo com o chorume característico, o puro suco do bolsonarismo: fake news direcionado a destruir a reputação "dazinimiga" e uma provocação tosca que serve como armadilha para atrair seu "oponente" para o campo de batalha delirante que eles mesmos inventaram nessa tal guerra do "bem contra o mal" que só otário - ou mau-caráter - acredita.


No primeiro caso, um servidor público de São Gonçalo, músico, pai de um vereador, recentemente empoderado pela abertura do Teatro Municipal, compartilhou sem pudor algum um vídeo canalha em que uma escroque se serve ao papel cretino de "acusar" Anitta de estar com Aids.


É de uma perversidade tão grande que o co-caluniador nem percebe que sua ação gera um efeito bumerangue que, mais cedo ou mais tarde, irá voltar contra si mesmo ou o próprio filho, também político.



N'outro caso, não tão bizarro, mas curioso, uma simples postagem de estudantes de Medicina da UFRJ com Lula quase virou incidente diplomático com Cuba provocado por um candidato a deputado federal. É cilada, Bino! Nunca, jamais, fisgue a isca, porque a ideia é atraí-lo para um campo narrativo que você pode até ter armas para o enfrentamento, mas não o conhecimento prévio do território, invariavelmente todo minado.


Esse pesadelo vai acabar. Confia.


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Helcio Albano é jornalista e editor-chefe do Jornal Daki.




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