Falta de identificação de atletas com a esquerda ocorre devido carência de informação, diz Raí
- Jornal Daki
- há 50 minutos
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Durante o desfile da Acadêmicos do Tatuapé no Carnaval de São Paulo em 2026, o ex-jogador Raí afirmou que a baixa presença de atletas no campo progressista é reflexo de uma falta de formação política e de acesso à informação.
Único ex-atleta no carro alegórico da escola, que homenageou o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Raí destacou que o distanciamento de pautas sociais ocorre por uma deficiência na conscientização sobre o contexto histórico e a realidade atual do Brasil, tanto nas cidades quanto no campo.
Mestre em Política Pública pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris, Raí defendeu a necessidade de estimular uma visão crítica não apenas entre esportistas, mas em toda a população. Para ele, municiar a sociedade com informações sobre o potencial do país é o caminho para construir uma nação mais justa e igualitária.
A participação do ídolo do futebol no Sambódromo do Anhembi reforçou seu apoio histórico ao MST. O enredo da agremiação, intitulado “Plantar para Colher e Alimentar: Tem Muita Terra Sem Gente e Muita Gente Sem Terra”, abordou a reforma agrária e a justiça social. Raí classificou o movimento como uma organização "consciente" e um "exemplo para o mundo todo" na busca por reparação histórica diante da concentração de terras.
Ao lado de personalidades como o jornalista Chico Pinheiro e a ministra Márcia Lopes, o ex-jogador utilizou o espaço do desfile para dar visibilidade política à causa, reiterando que o Brasil precisa avançar na redução das desigualdades estruturais.
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