Prisão por roubo redefine investigação do sequestro de Erika
- Jornal Daki
- há 7 horas
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Justiça de Niterói decreta prisão de Erika por roubo, invertendo o papel de vítima e abrindo novos rumos para o caso

O desaparecimento de Erika Abrantes Ribeiro, até então tratado como vítima de sequestro, teve seu rumo investigativo alterado radicalmente. A Justiça de Niterói expediu, na última sexta-feira (6), um mandado de prisão definitiva contra ela pelo crime de roubo, com base em uma condenação com trânsito em julgado.
Erika foi condenada a oito anos, dez meses e vinte dias de regime fechado. Um homem envolvido no mesmo processo recebeu pena de 20 anos. A decisão judicial coloca em xeque a narrativa inicial do caso, reforçando a possibilidade de que seu desaparecimento esteja ligado a fatores criminais ainda não totalmente esclarecidos.
A mulher, moradora do Barro Vermelho, em São Gonçalo, foi dada como sequestrada em 19 de outubro do ano passado, em um campo de futebol na comunidade da Brahma. Desde então, permanece desaparecida.
A Polícia Civil investiga a hipótese de o caso estar relacionado à disputa territorial entre milicianos, que controlam a Brahma, e traficantes do Comando Vermelho, dominantes na região onde Erika reside.
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