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Falsa veterinária é presa em Niterói

24 de jun.
2 min de leitura

Operação foi desencadeada a partir de denúncia anônima ao Disque-Denúncia

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Uma ação conjunta do Gabinete de Gestão Integrada de Segurança (GGIM) da Prefeitura de Niterói, do Programa Segurança Presente e da 81ª Delegacia de Polícia (Itaipu) resultou na prisão de uma mulher suspeita de utilizar o registro profissional de uma médica veterinária do Rio Grande do Sul para realizar procedimentos ilegais em animais. A prisão ocorreu nesta terça-feira (23), em Itaipu, após investigação iniciada a partir de uma denúncia anônima feita ao Disque-Denúncia Niterói, que mantém parceria com o Município.

“Temos um convênio que permite que a sociedade participe ativamente da segurança pública de Niterói, fazendo denúncias e contribuindo diretamente para o acionamento do poder público diante de situações suspeitas. Foi justamente a partir dessas informações que conseguimos avançar com a apuração e chegar até esse caso”, afirmou o secretário do Gabinete de Gestão Integrada Municipal, Felipe Ordacgy.


Segundo as investigações, a suspeita utilizava o registro profissional pertencente a uma médica veterinária do Rio Grande do Sul e atuava sem estrutura formal de clínica. Ela oferecia atendimento por mensagens, afirmando que buscava os animais, realizava os procedimentos em um local alugado e, posteriormente, os devolvia aos tutores.


A mulher foi detida no momento em que se preparava para mais um atendimento. A abordagem ocorreu em um posto de gasolina, no bairro de Itaipu, onde ela encontraria um tutor para buscar um animal que seria submetido a procedimento veterinário. De acordo com os policiais, a suspeita apresentou contradições durante o interrogatório.

Após a prisão, ela foi conduzida à 81ª DP (Itaipu), onde o caso foi registrado. A mulher poderá responder por exercício ilegal da medicina veterinária, falsidade ideológica e outros possíveis crimes que ainda serão apurados pela autoridade policial.


Em áudios obtidos pelos investigadores, a suspeita afirma já ter realizado cirurgias tanto em sua residência quanto na casa de clientes, o que reforçou as suspeitas sobre a atuação irregular e sem qualquer estrutura adequada ou autorizada para procedimentos veterinários.

*Com informações OSG

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