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DHC pede imagens de câmeras corporais de PMs após morte de subtenente

há 6 minutos
2 min de leitura

Gláucio Marcelo Fonseca da Silva foi baleado durante ocorrência com policiais do 18º BPM na Gardênia Azul; outros cinco agentes ficaram feridos

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) requisitou as imagens das câmeras corporais utilizadas pelos policiais militares envolvidos na ocorrência que terminou com a morte do subtenente do Bope Gláucio Marcelo Fonseca da Silva, de 54 anos, na manhã de domingo (11), na Zona Sudoeste do Rio. Os agentes já prestaram depoimento na unidade, e as armas utilizadas por eles foram apreendidas para a realização de exames periciais. A Polícia Civil também busca testemunhas e realiza outras diligências para esclarecer as circunstâncias do tiroteio.

O caso aconteceu na Rua Guilherme Moreira, na divisa entre a Gardênia Azul e a Freguesia. De acordo com informações da Polícia Militar, uma equipe do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) realizava uma abordagem a um carro quando agentes do 18º BPM (Jacarepaguá) chegaram ao local.


Conforme a versão apresentada pela PM, os policiais do batalhão de Jacarepaguá teriam confundido a ação dos colegas com uma ocorrência criminosa por causa da baixa luminosidade. Em seguida, foram realizados disparos contra os integrantes do Bope. A investigação deverá esclarecer como a situação se desenrolou e as circunstâncias em que os agentes abriram fogo.

Gláucio e outros cinco policiais militares foram atingidos. Entre os feridos, quatro eram integrantes do Bope e um pertencia ao 18º BPM. Todos foram levados para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. O subtenente chegou à unidade sem vida.


Na ocasião, a direção do hospital informou que seis policiais militares deram entrada na unidade. Dois precisaram passar por cirurgia e permaneciam estáveis após os procedimentos, enquanto outros três receberam alta depois de serem avaliados.


Além da DHC, a Corregedoria Interna da Polícia Militar, por meio da 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (2ª DPJM), também apura o caso. A análise das imagens das câmeras corporais poderá auxiliar na reconstrução da ocorrência, em conjunto com os depoimentos e os resultados dos exames periciais.

*Com informações O Dia

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