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Bolsa cai com dólar e inflação dos EUA em alta, além do cenário eleitoral

há 5 horas
1 min de leitura

Comportamento dos preços nos EUA pode influenciar taxa de juros no país. FED já deu sinais de que pode haver nova elevação

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), fechou o pregão desta quarta-feira (14/10) registrando 206 mil pontos, com variação negativa de 0,31% no dia.

A bolsa abriu o dia registrando os mesmos 206 mil pontos. Por volta das 15h, registrou alta, com 207 mil pontos, mas voltou a se estabilizar logo em seguida.


Nessa terça-feira (13/10), a bolsa de valores encerrou o pregão com 206.887,52 pontos, caindo 1,04% frente ao recorde histórico batido na última sexta-feira (9/10).


Os mercados também refletem o impacto da divulgação do índice de inflação dos EUA, cujo resultado surpreendeu: veio acima das projeções, registrando alta de 0,6%. No acumulado do ano, a inflação é de 3,7%. Os combustíveis tiveram papel importante, com a gasolina subindo 9,1% no ano.

Na reunião realizada em 15 e 16 de setembro, o Federal Reserve (FED), o banco central norte-americano, elevou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa entre 3,75% e 4% ao ano.


O número é um fator essencial para a definição da taxa de juros no Brasil. Quanto maior o indicador, mais aumentam as chances de elevação nos juros. Os juros mais elevados nos EUA pressionam a taxa interna no Brasil.

*Com informações Metrópoles

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