Bolsa cai com dólar e inflação dos EUA em alta, além do cenário eleitoral
Comportamento dos preços nos EUA pode influenciar taxa de juros no país. FED já deu sinais de que pode haver nova elevação

O Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), fechou o pregão desta quarta-feira (14/10) registrando 206 mil pontos, com variação negativa de 0,31% no dia.
A bolsa abriu o dia registrando os mesmos 206 mil pontos. Por volta das 15h, registrou alta, com 207 mil pontos, mas voltou a se estabilizar logo em seguida.
Nessa terça-feira (13/10), a bolsa de valores encerrou o pregão com 206.887,52 pontos, caindo 1,04% frente ao recorde histórico batido na última sexta-feira (9/10).
Os mercados também refletem o impacto da divulgação do índice de inflação dos EUA, cujo resultado surpreendeu: veio acima das projeções, registrando alta de 0,6%. No acumulado do ano, a inflação é de 3,7%. Os combustíveis tiveram papel importante, com a gasolina subindo 9,1% no ano.
Na reunião realizada em 15 e 16 de setembro, o Federal Reserve (FED), o banco central norte-americano, elevou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa entre 3,75% e 4% ao ano.
O número é um fator essencial para a definição da taxa de juros no Brasil. Quanto maior o indicador, mais aumentam as chances de elevação nos juros. Os juros mais elevados nos EUA pressionam a taxa interna no Brasil.
*Com informações Metrópoles
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