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PEC da Transição manterá R$ 600 em novo Bolsa Família, anuncia Alckmin

Pra valer em 2023, Proposta de Emenda Constitucional deve ser aprovada até 15 de dezembro

Reunião do governo de transição, liderado por Alckmin, com Marcelo Castro, relator do orçamento. Créditos: Ascom / Jean Paul Prates
Reunião do governo de transição, liderado por Alckmin, com Marcelo Castro, relator do orçamento. Créditos: Ascom / Jean Paul Prates

Fórum - Após reunião com a equipe do relator do orçamento no Congresso, o senador Macelo Castro (MDB-PI) na manhã desta quinta-feira (3), o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) anunciou a proposição de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Transição para garantir o pagamento do valor de R$ 600 no Bolsa Família a partir de janeiro de 2023, quando Lula (PT) assume a presidência.


"Nossa preocupação é manter o Bolsa Família em R$ 600 e para pagar em janeiro há necessidade de ser aprovado até dia 15 de dezembro", disse Alckmin ao anunciar a PEC da Transição.


Segundo Castro, a proposta será apresentada pelo governo de transição e apresentada a líderes partidários.



Alckmin ressaltou que o orçamento enviado ao Congresso pelo governo Jair Bolsonaro (PL) não está adequado para honrar o compromisso de pagamento dos R$ 600 do beneficio e garantir a não interrupção de serviços e paralisação de obras públicas.


O vice-presidente eleito, que comanda a equipe de transição, afirmou ainda que terá uma reunião com Lula na segunda-feira (7) para definir as demandas e os valores que entrarão na PEC.


Na terça-feira (8), a equipe de Lula volta a se reunir com o relator do orçamento para apresentar oficialmente a proposta.


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