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Editorial: O esquema ainda pulsa

há 3 horas
1 min de leitura

Queiroz. Adriano. Peixe.

Milícia. Emenda. Rachadinha.

Dinheiro. Poder. Gabinete.


O esquema ainda pulsa.


Vorcaro. Canella. Tomaz.

Postos. Fraudes. Banco Master.

Propina. Contratos de milhões.


O esquema ainda pulsa.


Bacellar. Castro. Brazão.

Polícia. Política. Prisão.

Inquérito. Sigilo. Poder.


O esquema ainda pulsa.


Chocolate. Imóveis. Mansão.

Dinheiro vivo. BRB. Milhão.

Provas. Recursos. Anulação.


O esquema ainda pulsa.


Desde 2003, quando Flávio Bolsonaro assumiu seu primeiro mandato na Alerj, seu gabinete, seus negócios e suas alianças políticas apareceram em sucessivas controvérsias.


Queiroz foi apontado pelo Ministério Público como operador das rachadinhas. Adriano da Nóbrega, acusado de comandar o Escritório do Crime, recebeu homenagem do então deputado. O caso das rachadinhas terminou sem condenação, após decisões que anularam provas à fórceps no STF.


Vieram os questionamentos sobre imóveis negociados em dinheiro vivo, a loja de chocolates e o financiamento de uma mansão pelo BRB, posteriormente envolvido no escândalo do Banco Master.


Outros episódios alcançaram emendas parlamentares e aliados do senador. As investigações recentes envolvendo Vorcaro, Tomaz e Canella acrescentaram novos capítulos a essa trajetória.


Os casos têm diferentes situações judiciais. O que os reúne neste editorial é a recorrência de negócios controversos, relações políticas e investigações ao longo de mais de duas décadas.


Queiroz. Adriano. Peixe.

Vorcaro. Canella. Tomaz.

Bacellar. Castro. Brazão.


O esquema ainda pulsa.


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