Editorial: O esquema ainda pulsa
Queiroz. Adriano. Peixe.
Milícia. Emenda. Rachadinha.
Dinheiro. Poder. Gabinete.
O esquema ainda pulsa.
Vorcaro. Canella. Tomaz.
Postos. Fraudes. Banco Master.
Propina. Contratos de milhões.
O esquema ainda pulsa.
Bacellar. Castro. Brazão.
Polícia. Política. Prisão.
Inquérito. Sigilo. Poder.
O esquema ainda pulsa.
Chocolate. Imóveis. Mansão.
Dinheiro vivo. BRB. Milhão.
Provas. Recursos. Anulação.
O esquema ainda pulsa.
Desde 2003, quando Flávio Bolsonaro assumiu seu primeiro mandato na Alerj, seu gabinete, seus negócios e suas alianças políticas apareceram em sucessivas controvérsias.
Queiroz foi apontado pelo Ministério Público como operador das rachadinhas. Adriano da Nóbrega, acusado de comandar o Escritório do Crime, recebeu homenagem do então deputado. O caso das rachadinhas terminou sem condenação, após decisões que anularam provas à fórceps no STF.
Vieram os questionamentos sobre imóveis negociados em dinheiro vivo, a loja de chocolates e o financiamento de uma mansão pelo BRB, posteriormente envolvido no escândalo do Banco Master.
Outros episódios alcançaram emendas parlamentares e aliados do senador. As investigações recentes envolvendo Vorcaro, Tomaz e Canella acrescentaram novos capítulos a essa trajetória.
Os casos têm diferentes situações judiciais. O que os reúne neste editorial é a recorrência de negócios controversos, relações políticas e investigações ao longo de mais de duas décadas.
Queiroz. Adriano. Peixe.
Vorcaro. Canella. Tomaz.
Bacellar. Castro. Brazão.
O esquema ainda pulsa.

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