O príncipe e o escroque - por Cláudio Dantas
Dois ditados paquetaenses rezam: "Paquetaense burro já nasce morto"; "Saiba entrar de frente na Ilha para não sair de costas".
Lembrei, nesta passada eleição presidencial estes dois adágios locais.
O Príncipe William esteve entre nós em 04/11/2025 (rasgue-se, periferia!) sendo recebido com toda a fidalguia, alegria e gentileza que a Ilha de Paquetá oferece aos seus visitantes, independente de posição social ou intenções. Chegou chegando, entrou de frente, saiu de frente, tapinha nas costas, aplaudido por uma população totalmente encantada.

Um outro (nada de principesco, estava mais para rocambolesco) não esteve presente entre nós fisicamente. E mesmo assim, não soube entrar de frente em Paquetá.
Aqui não veio, mas tal e qual em todos os lugares onde esteve neste imenso Brasil, fez uso de milongas, contracantos desenco)))ntrados, pataquadas, promessas moles, conversas idem, na vã tentativa de "desembarcar" aqui. Um escroque!
Resultado: enxotado na zona e urna eleitoral paquetaense (só temos uma) em 04/10 e 25/10/2026, pé na b&×#@, sem maiores contemplações.
Esqueceu-se ele desses dois dizeres locais. Nao tem burro aqui. Nem entrou e já saiu de costas!)
Em terra de Pedro Bruno, escroque não se cria!
A propósito: Não sendo escroques, também não precisam ser príncipes: sejam vocês todos muito bem vindos à Paquetá, a Ilha de Herança Cultural, "dote" outorgado pela UNESCO.
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CLÁUDIO DANTAS, Membro Correspondente da AACLIP (Academia de Artes, Ciências e Letras da Ilha de Paquetá)









































































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